O que é: A fimose é caracterizada pela impossibilidade de retrair completamente a pele (prepúcio) que cobre a glande peniana e permitir sua total exposição. Sua presença é muito comum nos recém-nascidos (congênita), mas na grande maioria dos casos desaparece durante o desenvolvimento da criança, normalmente até os 2 – 3 anos de vida, sem necessidade de qualquer tipo de tratamento. Muitas vezes é reconhecida apenas na adolescência, momento em que as ereções tornam-se mais frequentes e mesmo anéis de constrição leves podem gerar dor ou desconforto.

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A fimose também pode surgir após a idade adulta. Nestes casos, geralmente é secundária a um processo de inflamação crônica do prepúcio (balanopostite) causada por infecções fúngicas ou bacterianas, má-higiene, inflamação de causa indefinida ou Diabetes.

Não deve ser confundida com aderência balano-prepucial, na qual o prepúcio permite a exposição da glande, entretanto a pele interna do prepúcio encontra-se aderida a glande em alguns pontos.

Diagnóstico: O diagnóstico é essencialmente clínico. Durante a consulta é realizada a coleta da história e um exame físico detalhado que geralmente são suficientes para uma conclusão. Em adultos, deve ser pesquisada a presença de Diabetes, doença comumente associada ao surgimento de fimose secundária.

Tratamentos: Nos casos de fimose mais leves e nas aderências balano-prepuciais, é sempre indicado iniciar o tratamento por meio de massagens locais utilizando pomadas contendo corticóide. Geralmente o tratamento dura algumas semanas.

Nos casos em que o tratamento clínico não foi resolutivo, naqueles em que o anel fimótico é muito estreito e nos adultos com fimose secundária, indica-se a cirurgia de postectomia, na qual o excesso de pele é retirado junto com anel que provoca o estreitamento.

É uma cirurgia simples e que apresenta alta resolutividade. Nas crianças é realizada com anestesia geral e nos adultos, com anestesia local associada a sedação leve.

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